O Mestre

O mestre se percebe a si mesmo!

Só o Ser é real. O personagem é o próprio Ser representando. Quando o
mestre escolhe estar se identificando com a representação então surgem
os personagens. Ele percebe a si mesmo encenando. O mestre está
plenamente consciente de sua personificação como cada personagem.

Quando um personagem está à procura do mestre, eis o mestre! É o
mestre representando divinamente o papel de um personagem à procura do
mestre! Sua representação é tão divina que o personagem acredita ser o
personagem, e certamente encontrará o mestre. Sim, todos encontrarão o
mestre, porque já são Quem buscam e perceberão a real identidade de si
mesmos. Quando esta percepção ocorre a um personagem a representação
continua no papel de muitos outros personagens.

Tudo o que está sendo percebido é a divindade representando papéis.

Sempre que um personagem percebe sua real identidade ele, sabendo ser
Quem é, pode escolher permanecer no cenário em silêncio ou
compartilhar sua percepção com os personagens que representam papéis
de buscadores espirituais ou mesmo outros papéis. É isto que estamos
fazendo no Núcleo. Estamos compartilhando a percepção de Quem somos,
para que outros personagens saibam que é possível ter esta percepção e
que continuem suas representações, mas já não mais inconscientes de
sua unidade com o Ser, com a Vida, com Deus e suas incontáveis
manifestações.

Há uma unidade essencial entre personagem e Ser, que se revela por uma
especial percepção que, uma vez sintonizada, revela toda a graça da
criação divina! Esta é a real visão do mestre, daquele que percebe, e
que por estar percebendo sabe Quem percebe! Daquele que está
representando, e que por estar percebendo que está representando sabe
Quem representa! Daquele que está vivendo o presente, e que por estar
percebendo que está vivendo o presente sabe Quem está vivendo o
presente!

A Consciência de Quem faz é a percepção do mestre a ser compartilhada.
O “mestre” é a Consciência do Ser; é Quem nos faz perceber o que disse
o mestre: “Eu de mim nada posso, o Pai em mim é Quem realiza as
obras.”

Meditem sobre esta revelação. Estejam sintonizados no Ser, “in Theos”,
desfrutem esta percepção e quando souberem que devem, compartilhem.

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